sábado, 28 de outubro de 2017

Arrependidos, celebridades golpistas querem dissociar a sua imagem diante do golpe

Vida de rico famoso não é mole não. Quer dizer, é mole graças a imensa quantidade de dinheiro e bens que possuem nas mãos para fazer o que bem querem. Mas não é mole porque a fama exige uma postura diante do público que o admira.

Sabemos que os ricos não gostam de governos trabalhistas. Pobres são bons para bater palma, mas não devem ter os mesmos direitos que a sua celebridade admirada. Senão perde a graça. Pobres só devem melhorar de vida se tornarem ricos como seus ídolos, o que já acontece no popularesco e no futebol, onde miseráveis viram magnatas praticamente da noite para o dia.

Para estes, governos trabalhistas "facilitam demais as coisas para os pobres" se esquecendo que são os governos trabalhistas que realizam as melhores gestões, com base em conhecimentos de Economia, Administração, e Direito. Mas ricos são gananciosos e desejam preservar sua vida nababesca. A verdadeira caridade é uma ameaça a seu estilo de vida pra lá de pomposo.

Mas aí veio o golpe, Dilma foi expulsa da presidência e os ricos ficaram felizes com a deposição daquelas que eles consideraram como uma "bruxa". Finalmente o Brasil retomava a sua triste vocação para o subdesenvolvimento e para as desigualdades sociais.

Mas as decisões dos maiores empresários do país, verdadeiros governantes da nação, com ajuda do vitaliciamente nababesco Poder Judiciário, acabaram por eliminar direitos da população, aumentar as desigualdades, ressuscitar o fascismo e a escravidão e violar a nossa soberania. Deixamos de ser uma nação para sermos um quintal dos capitalistas mundiais.

Os danos tem irritado a população em geral, que vai pagar pelo pato da FIESP. Os menos favorecidos, que serão só mais prejudicados, são fãs de muitas celebridades e isso te preocupado os famosos que tiveram a imagem destruída por apoiar o golpe de 2016.

Convém lembrar que este arrependimento todo nem tem a ver com os casos de corrupção envolvendo políticos golpistas. As celebridades, que não são prejudicadas pelos erros de políticos conservadores, estão mais preocupadas com a repercussão dos escândalos, que envolvem seus nomes do que pelo fato do político apoiado ser corrupto. Quem não é alienado, sabe que o Neoliberalismo, com base ideológica construída sobre a ganância, é o sistema da corrupção. 

Com medo de perder público, patrocínio e dinheiro, várias celebridades que apoiaram o golpe, se esforçam hoje em apagar da memória coletiva a sua associação a muitos políticos, juízes e empresários que trabalharam em prol da ganância e do saque. 

Claro que ainda tem umas poucas celebridades que não estão nem aí com reputação. Mas em sua maioria, vários famosos ou estão mudando de lado, ou ficam naquela de "contra tudo que está aí". O que é perigoso, pois sabemos que quem está "contra tudo" desenvolve uma vocação para o Fascismo.

Mas a maioria preferiu enrolar e fingir decepção com os golpistas, mesmo mantendo a afinidade ideológica da ganância capitalista e limitando a sua noção de altruísmo à caridade frouxa praticada pelas religiões e instituições sociais. 

As celebridades agora correm para riscar o seu nome da lista de golpistas na tentativa desesperada de salvar a reputação. Mas já é tarde. 

Querem um conselho? Se querem limpar a imagem, reduzam seu padrão de vida e vivam como gente normal, sem a pompa nababesca. Além disso, entrem de cabeça na campanha pelo Referendo Revogatório que se aprovado, vai anular e revogar todas as loucuras praticadas pelos golpistas e devolver a soberania e a dignidade ao povo brasileiro.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Irmão de Luciano Huck pode estar tentando proteger o apresentador de ser humilhado

Uma declaração dada por Fernando Grostein, cineasta irmão de Luciano Huck, falou que  famoso apresentador não é de direita e que "conhece favelas e tem uma visão aberta sobre o mundo e as pessoas". O elogio familiar é muito lindo, mas infelizmente, não corresponde à realidade.

Pode ser que o conceito de "direita" de Grostein pode ser um pouquinho diferente do tradicional. mas também pode ser que Grostein esteja protegendo o irmão de possíveis humilhações, já que, com as desgraças do governo golpista, todo direitistas virou alvo de humilhações. Não por acaso, muitos atores globais que apoiaram o golpe tem se mudado para outros países para  ter o que eles chamam de "paz".

Huck sempre deu sinais bem claros de que é de direita. Ser de direita não impede uma pessoa de forjar modernidade. Ser de direita é, acima de tudo, defender as classes dominantes e tratar o pobre como se merecesse muito menos do que deveria.

Luciano Huck é um magnata. Um dos homens mais ricos do país e que recentemente se uniu a vários empresários, todos gananciosos e alguns escravocratas, para tentar driblar a lei que proíbe que campanhas políticas sejam financiadas por empresários.

Mas o envolvimento com política tem servido para tirar a máscara do apresentador pseudo-filantropo, com larga experiência em polêmicas e uma postura claramente hipócrita. Arrancar do apresentador o rótulo de direitista, mesmo sendo Huck um capitalista de carteirinha, com parentes associados ao neoliberal PSDB, pode ser na verdade uma tentativa mesmo de evitar mais confusões envolvendo o apresentador.

Para que ele não fosse de direita, ele deveria ser mais altruísta, reduzir seu padrão de vida, apoiar leis que melhorem a distribuição de renda, romper com empresários mais gananciosos e fazer algo que vá muito além da caridade paliativa que pratica, por influência dos charlatães religiosos que admira. 

Além de claro, reprovar publicamente todas as medidas neoliberais aprovadas pelo congresso que apoia Temer. É bom lembrar ao Luciano Huck que soberania nacional não é vitória da "seleção" em campeonato de futebol e que aparecer como personagem de novela em programa de TV não traz dignidade ao povo pobre. Ah, e caridade exige abnegação. 

Não há mal algum em Luciano Huck se assumir de direita. Aliás, o rótulo pegou ele como uma verdadeira cicatriz. Não adianta, o apresentados do "Caldeirão" age como um perfeito direitista. Um direitista moderno que recorre a gírias e roupas esportivas para disfarçar o pensamento retrógrado de quem não está nem aí com a melhoria da humanidade como um todo.

Como eu disse, Huck nunca foi progressista e o que ele quer mesmo é se livrar do rótulo de direitista na tentativa desesperada de proteger a sua reputação diante de uma época onde todos os golpistas são massacrados não somente nas redes sociais, mas também em eventos públicos. 

Mesmo que o neoliberalismo continue garantindo lucros ao empresariado, nunca foi tão difícil assumir esta ideologia em tempos em que o Brasil, com desigualdade social crônica que nunca se resolve, perde a sua soberania.

domingo, 22 de outubro de 2017

O Patriotismo Teórico

Para os conservadores, o Brasil são dois países: O real, que eles ignoram, que tem o povo, seus problemas e injustiças e também as riquezas que não podem ser cedidas a outrem. E outro, o dos símbolos cívicos e do futebol, cujos únicos problemas são de ordem moral e que devem ser resolvidos com a adesão maciça à religiões consideradas cristãs.

O patriotismo defendido pelos conservadores é puramente teórico. É um patriotismo de fachada, limitado a cultuar símbolos, cantar o hino e achar que a vitória de um time de futebol (a "seleção" nunca passou de um mero time de futebol) vai trazer dignidade aos brasileiros.

Os patriotas teóricos não estão nem aí com soberania. Exigem que todos cantem o hino e declarem seu amor à bandeira, mas não se incomodam em ver a Petrobrás e Eletrobrás falindo e a Floresta Amazônica sendo entregue a estrangeiros. 

Aliás, os conservadores nem se importam se a nossa soberania está sendo violada, permitindo a invasão, mesmo secreta de estrangeiros a vigiar o que estamos fazendo para servir de motivo para usurpação e saques. Ignorar a soberania nacional é permitir que piratas modernos, fantasiados de "responsáveis investidores" entrem aqui para pegar o que quiserem e lavar para as suas nações-natais.

Mas aí nós perguntamos: de que adianta cantar o hino e cultuar a bandeira? Em quê isso irá trazer a nossa soberania de volta? Em quê isso acabará com as injustiças e problemas do país? Como as vidas dos brasileiros vão melhorar pelo simples fato de se enrolar em um pedaço de pano com as cores da bandeira?

Não estou aqui criticando os símbolos cívicos. Se todos os países têm os seus, o Brasil também deveria. Mas eles não foram feitos para serem cultuados o tempo todo. A vida exige ação e há muito o que fazer além de ficar parados diante da bandeira cantando uma música, mesmo que seja o hino. 

É fato comprovado em inúmeras oportunidades de que cultuar símbolos cívicos nunca ajudou a melhorar o país. E o fato dos conservadores desprezarem a soberania nacional, achando que amar a pátria é simplesmente amar os símbolos e ignorar os danos que gringos invasores fazem ao país é algo extremamente reprovável e mostra que os conservadores não são patriotas coisa nenhuma.

Pois o patriotismo exige prática, exige agir para proteger o país e dar qualidade de vida ao povo. Patriotas distribuem renda, lutam pelo fim das desigualdades, pelo fim dos preconceitos e enxerga o futuro, sem a histeria de sonhar com uma volta ao passado, verdadeira meta dos conservadores.

O verdadeiro patriota luta pela soberania nacional e pelo bem estar do maior número de brasileiros. Não foge para o exterior quando as coisas vão mal em nosso país. Fica e luta por direitos dos habitantes, por soberania nacional e pela proteção de nossas riquezas e das empresas que fazem o país progredir.

Se os conservadores acham que cantar hinos antes de um dia de trabalho/estudo é sinônimo de defender a soberania nacional, os conservadores estão errados. Enquanto cantamos o hino diante de uma bandeira sendo sacudida pelo vento, os corsários de terno e gravata entram livremente para saquear os nosso bens. 

Quando a entoação d hino acabar, será tarde demais: deixaremos de ser um país, para sermos um mero território, um mero almoxarifado de reservas para os gringos usurpadores. É isso que os conservadores querem?

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Idealizador do Golpe de 2016, Aécio se livra de punição pelo Senado

Ontem em Brasília, foi exalado um cheirinho delicioso de pizza. Aécio Neves, idealizador do Golpe de 2016, foi finalmente liberado da punição que aconteceria com ele por causa de acusações de corrupção. 

O voto pela punição ou não de Aécio Neves foi aberto para que Aécio pudesse saber quem estaria do lado dele ou não. Mesmo arriscando perder o apoio da opinião pública, 44 senadores optaram por livrar Aécio pois sabem que ele é um arquivo vivo e poderia, após a punição, delatar muitos aliados, prejudicando-os diante da justiça.

Com a não-punição, Aécio retorna ao senado para continuar com a destruição do Brasil para satisfazer interesses de grades capitalistas brasileiros e estrangeiros. Mesmo desmoralizado (ou até por isso mesmo), ele segue a sua carreira com fidelidade ao modelo neoliberal que reserva tudo para os ricos e nada para os pobres. 

A injustiça parecer ser a nossa doença crônica, muito longe de ser curada.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

É altamente recomendável anular o "Impedimento". Mas os magnatas não querem

As denúncias feitas pelo doleiro Funaro confirmaram o que já era mais do que claro: não havia motivos para o Impedimento de Dilma Rousseff. Ou seja, foi golpe sim. Michel Temer é um presidente ilegitimo e todas as medidas tomadas por ele, desde a mudança da logomarca à venda de empresas públicas sem a autorização da população - por lei verdadeira dona das empresas públicas - devem ser anuladas e tudo voltar como estava antes.

Mesmo que o Impedimento tivesse sido legítimo, Temer nunca deveria ter mudado nada, tendo apenas a função de terminar o mandato interrompido. Mas como foi um golpe, Temer acabou sendo o instrumento de satisfação da ganância dos maiores empresários do país, que sempre enxergara nos governos trabalhistas (como foi o de Dilma) um obstáculo a seus abusos.

Isso mostra que, apesar de ter sido revelado que o Impedimento foi um golpe de estado ilegítimo, pois além de não ter havido crime de responsabilidade, servindo mais para satisfazer os interesses particulares de um punhado de magnatas, vai ser bem complicado anulá-lo, embora devamos pelo menos tentar. Há muitas forças que agem como verdadeiro cúmplices desses magnatas e que farão de tudo, se aproveitando da ignorância política da maior parte da população, para que o golpe seja preservado.

Claro que devemos lutar pela anulação, através da união das forças progressistas e da divulgação maciça na mídia alternativa, já que a mídia oficial também é cúmplice do golpe, embora insista em fingir que não é. A grande mídia tem se empenhado muito em tentar legitimar o governo golpista, fazendo um malabarismo intelectual para separar os fatos e tentar por na cabeça da população que tudo que está sendo feito, incluindo a Lava Jato (especialista em prisões por motivo político), é legítimo e benéfico à população.

Não esperemos a convocação da grande mídia. temos que aprender a agir por conta própria sem depender do que jornais e TVs digam o que temos que fazer. Estamos muito acostumados a seguir a grande mídia, que chega a moldar nossos gostos e convicções, interferindo negativamente na nossa capacidade de compreensão do mundo real.

Dilma deve retornar, pois é a única dona legítima do governo atual, como representante escolhida pela população. E ao retornar, tem a obrigação irrecusável de revogar tudo o que Temer fez e devolver a dignidade à nossa nação e o direito de nosso país se desenvolver e conquistar não somente autonomia mas a soberania. 

Que os gananciosos magnatas patrocinadores do golpe se conformem em ser os homens mais ricos da humanidade e parem de se meter em política. Pois na democracia, quem deve fazer política é o povo, não um isolado grupinho de magnatas.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Para a esquerda ingênua, a arte ainda existe

Havíamos falado e vamos continuar falando do fato de que os infiltrados do golpe de 2016 atacam na área da cultura e do entretenimento. Como são áreas difíceis de se despertar suspeitas por estarem relacionadas com alegria, diversão e liberdade de expressão, fica mais fácil um infiltrado manobrar a opinião de incautos.

A influência do possível infiltrado tem ajudado muito às esquerdas a aceitar ingenuamente certos conceitos que podem servir para que o bote seja dado na hora certa, caso o domínio político fracasse. E como está fracassando, o jeito é fortalecer o domínio através da cultura. Só para citar como exemplo, toda vez que a coisa vai mal para a direita, um factoide envolvendo o "funk" é lançado. Coincidência? Nós aqui preferimos acreditar que não.

Estou lendo muitos textos e vendo vídeos que se referem a indústria cultural como "arte". A palavra "celebridades" é raramente utilizada pelas esquerdas, que ainda ingenuamente se referem aos produtos de mídia como "artistas". Como se a pureza da arte, eliminada há mais de 70 anos, pudes ainda existir.

Imagine que um empresário de uma gravadora ou produtora decida criar um cantor de proveta para ganhar muito dinheiro com ele. O empresário o treina para parecer espontâneo, contrata compositores de aluguel para escrever futilidades que receberão a mera assinatura do cantor de proveta (que fingirá que compôs a faixa, que canta sobre sua vida, blá, blá, blá, etc..) e vende milhões de downloads de mp3 e lota plateias. Aí me vem os esquerdistas ingênuos e chamam isso de "arte".

Noto que os esquerdistas são muito bons falando sobre política, economia e direitos humanos. Mas são péssimos em falar sobre cultura e lazer, preferindo absorver conceitos importados do Capitalismo mais selvagem. Se esquecem os esquerdistas que a "arte" quase toda foi privatizada, é mercenária, fake, não é intelectualizada e serve de meio para que direitistas enganem as esquerdas. 

Na hora mais surpreendente, possam destruir o esquerdismo por dentro, após enfiar na cabeça dos mais ingênuos que o futuro da arte e da dignidade do pobre está no empinar de nádegas.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

O crime de Lula é ser progressista

Apavorada com os resultados das pesquisas que colocam Lula na liderança nas simulações das eleições presidenciais, seja qualquer cenário ou quaisquer concorrentes, direitistas querem porque querem a prisão de Lula, mesmo que não haja motivo para que isso aconteça. 

Na verdade, o que os direitistas consideram como verdadeiro crime de Lula é ele ser um político progressista bastante influente. As denúncias contra Lula são patéticas e risíveis. Políticos com denúncias muito mais sérias não preocupam direitistas. Até porque estes políticos com denuncias graves são de direita. Faz parte da ideologia de direita o saque e a rapina, como diz o sempre sensato Jessé Souza, autor do recém lançado A Elite do Atraso, que nossa equipe recomenda.

Lula é o presidente que favoreceu a distribuição de renda, fortaleceu empresas nacionais, protegeu a riqueza e melhorou a educação de pessoas carentes. Por sr um problema complexo, Lula teve pouco tempo para fazer as mudanças e cometeu alguns erros como se aliar a direitistas corruptos e fortalecer a mídia hegemônica. Mesmo assim, Lula desagradou as elites, que tentaram tirá-lo-mas só conseguiram seu objetivo ao tirar Dilma em 2016, com uma acusação ao mesmo tempo mentirosa e imbecil.

O verdadeiro medo que as elites tem de Lula é ver uma sociedade justa, obrigando as elites a abrir mão da ganância, repartindo bens, direitos e renda que possuem em excesso. Nossas elites são altamente gananciosas e enfiaram em suas cabeças ocas que o acúmulo de privilégios deve ser ilimitado, mesmo que arrase com as vidas dos outros habitantes do país.

Como a ganância deve ser legitimada e protegida, deve se fazer de tudo para que a maior liderança progressista da atualidade seja impedida de retornar, com o medo da ganância burguesa ser definitivamente criminalizada. É isso que preocupa as elites que desejam a manutenção das injustiças que preservam a ganância e o estilo de vida nababesco.

Para que a burguesia não seja vista como vilã, é preciso inventar crimes para Lula e para a esquerda para justificar o antagonismo em relação às forças progressistas. Mas isso não conseguiu convencer a massa, que não e burra como se pensava. Até porque as elites protegem gente que comete crimes muito piores, que arrasam com as vidas de muitos, chegando a destruir a soberania nacional.

Até agora, a direita tenta procurar crimes em Lula, como quem procura cabelo em casca de ovo. Como não conseguem, mas insistem em derrubar o ex-presidente, agora apelam para a agressividade, para a rapina, para medidas ao mesmo tempo desonestas e violentas para impor seus objetivos. 

O Brasil assume de vez que entrou em uma nova forma de ditadura que promete arrasar com a maioria da população e destruir a soberania nacional. Ridicularizada, a direita desistiu de fingir gentileza e civismo e perdeu o medo de agredir.