Criminalização de Lula é o pior presente que o Brasil poderia ganhar no 7 de Seetembro


As recentes declarações de Rodrigo Janot, procurador da República prestes a deixar o cargo e Antonio Palocci, ex-ministro dos governos petistas, colocam o ex-presidente Lula em situação constrangedora. Mesmo sem qualquer crime que pudesse ser comprovado, são claras as intenções das forças mais poderosas do Brasil de denegrir a imagem de Lula para que ele não ganhe as eleições de 2018, favorecendo a vitória de um representante dos banqueiros e empresários.


Os EUA, que coordenam o golpe à distância, tem dois objetivos com o Brasil: impedir o país de se desenvolver, o que ameaçaria a hegemonia estadunidense, e baratear os custos com a mão de obra para extração das riquezas brasileiras, o que agravaria as já agravantes desigualdades sociais que acontecem no Brasil desde que ele foi descoberto.

Para que os interesses de lideranças ianques e de banqueiros mundiais e brasileiros sejam atendidos, é indispensável que se impeça a chegada de políticos trabalhistas no poder. O presidente da República deve ser sempre alguém comprometido com os interesses das elites econômicas, apenas abrindo pequenas brechas para a população para não ferir a imagem diante do povo. Com o povo cada vez melhor informado, graças a internet, as medidas de exclusão tem que ser cada vez mais sutis.

Por isso que ao invés de assumirem publicamente que não desejam Lula de volta ao poder, as elites econômicas se aproveitaram do moralismo excessivo do povo brasileiro, somado ao desinteresse por política e inventam mentiras sobre o ex-presidente para que ele parecesse um bandido de alta periculosidade, para que desperte um ódio coletivo contra ele, fazendo-o ser rejeitado nas eleições. 

É um jogo sujo, uma trapaça feita para a direita para forçar a alçada ao poder de um representante das grandes elites, que de fato trabalhará somente para os mais ricos, além de impedir o desenvolvimento do Brasil, tranquilizando as elites estadunidenses que continuarão a meter o nariz nas outras nações sem serem chamadas, extraindo o que puderem dessas nações para enriquecer os EUA e com isso aumentar ainda mais o seu poder de "dono do planeta".

Sabe-se também que os EUA desejam serem donos de toda a América e que estas medidas tem o objetivo de submeter todos os países abaixo dos ianques para que nunca ameacem a sua hegemonia. Somente o Canadá está liberado pelos ianques ao direito a soberania de nação.

A criminalização de Lula, Dilma, petistas e da esquerda em geral é muito mais que uma atitude ideológica. É a meta de tirar do caminho personalidades capazes de frear a ganância dos mais poderosos. 

A criminalização de Lula, ocorrida após a bem sucedida caravana pelo Nordeste e nas vésperas de um novo depoimento ao juiz-carrasco Sérgio Moro no próximo dia 13, é o pior presente que o povo brasileiro poderia ganhar no Dia da Pátria: ver o melhor presidente que o Brasil já teve atrás das grades enquanto um verdadeiro criminoso, muito bem instalado no Palácio do Planalto, elimina a soberania nacional roubando bens que pertencem ao povo e entregando facilmente a mercenários estrangeiros interessados em ver o Brasil na sarjeta, como uma África americana.

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